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20/11/17 as 12:15 am
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Derrota para o Sport deixa Bahia mais longe da Libertadores

Tricolor não conseguiu superar a pressão do Sport e foi derrotado fora de casa - Foto: Divulgação |  ECBahia
Tricolor não conseguiu superar a pressão do Sport e foi derrotado para casa
Divulgação | ECBahia
Sabe a Time Acometido de grave doença que trilhava, no início do segundo turno, seu caminho de volta para a Série B? Pois é. Após melhora, ele teve uma recaída no domingo, 19, de maneira inédita sob o comando de Paulo César Carpegiani.

No pior jogo da 'era Carpé', o Bahia levou 1 a 0 (foi pouco) do Sport na Ilha do Retiro e ficou mais longe do G-7, grupo que confere vaga à Pré-Libertadores de 2018: a três pontos de distância . 

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No próximo domingo, 26, o Tricolor entra em campo pela penúltima rodada em sua partida derradeira na Fonte Nova neste Brasil. Com o retorno do volante Renê Júnior, que cumprir suspensão contra o Sport, pega a Chapecoense às 18h.

Domínio do Leão

Diante de um Esporte disposto a fazer o impossível para procurar um triunfo que manteria real sua chance de ficar na elite, o Tricolor lembrou muito há meses de atras, que lutava contra o fantasma do rebaixamento. Encontrou sérias dificuldades para sair jogando e ainda não existe tempo.

Levou um tento solitário, mas, antes dele, até que teve momentos razoáveis. Aos nove minutos, Zé Rafael roubou bola no ataque e avançou perigosamente, mas chutou fraco. Aos 17, depois da bela arrancada de Juninho Capixaba parada por falta, Allione acertou a rede pelo lado de fora da cobrança. Foi a partir do qual o Rubro-Negro assumiu o domínio completo da partida.

Aos 19, Raul Prata cruzou, Edson afastou e, na sobra, Mena finalizou por cima. Três minutos depois, Zé Rafael foi desarmado nas proximidades da área defensiva e bola ficou com Diego Souza, que, de frente para Jean, errou o alvo. Aos 24, Mena completou com perigo, de cabeça, um cruzamento de Raul Prata. 

Passada a blitz, o Esquadrão já sofria menos, apesar de continuar apagado na parte ofensiva. Porém, seria merecidamente castigado aos 38 minutos, quando, após arremesso lateral, Diego Souza ganhou de Thiago Martins e tocou para o meio da área. André fez o pivô e Marquinhos - ex-Vitória - finalizou de canhota. A bola bateu na trave e entrou.

Com o gol sofrido, o Tricolor, que já teve o meia Vinicius no lugar do lesionado volante Juninho, tentou ir para cima para não começar o segundo tempo em desvantagem. Edigar Junio ​​até seja encontrado perto de empate em chute de foros a 41 minutos, mas uma equipe de mesmo que busca uma reação na etapa complementar.

O problema é que não demonstrou lá tanta evolução. Assustou mais do que no primeiro tempo, porém, contando com uma diminuição do ímpeto do Sport. Aos 12 minutos, em sua segunda cobrança de falta na carreira em jogos oficiais, o goleiro Jean caprichou. Só que a bola também foi caprichosa e explodiu no travessão. Sete minutos depois, Eduardo cruzou para Mendoza, que, livre, se atrapalhou e chutou em cima da zaga.

Empolgado com uma ligeira melhora do tempo, Carpegiani arriscou ao trocar o meia Zé Rafael pelo centroavante Hernane aos 26. A partir daí, por outro lado (por coincidência ou não), o futebol tricolor terminou de vez. 

Só não foi vazado novamente porque Jean voltou a exibir sua grande forma. Salvou em chutes de Raul Prata e Durval aos 35 minutos. E, na sequência, em cabeçada de Richely.

Sabe a Time Acometido de grave doença que trilhava, no início do segundo turno, seu caminho de volta para a Série B? Pois é. Após melhora, ele teve uma recaída no domingo, 19, de maneira inédita sob o comando de Paulo César Carpegiani.

No pior jogo da 'era Carpé', o Bahia levou 1 a 0 (foi pouco) do Sport na Ilha do Retiro e ficou mais longe do G-7, grupo que confere vaga à Pré-Libertadores de 2018: a três pontos de distância . 

No próximo domingo, 26, o Tricolor entra em campo pela penúltima rodada em sua partida derradeira na Fonte Nova neste Brasil. Com o retorno do volante Renê Júnior, que cumprir suspensão contra o Sport, pega a Chapecoense às 18h.

Leão vacila e leva empate do Cruzeiro no Barradão

 

Segue o tabu. Desde 2004 o Vitória não vence o Cruzeiro jogando em Salvador. Neste domingo, 19, entretanto, o tempo foi muito próximo de vencer a partida, não Barradão, pela 36ª rodada. O Leão saiu na frente, recuou, aguentou como pôde a pressão do adversário, mas acabou tomando o gol que decretou o empate por 1 a 1.  

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O resultado mantém  o Leão fora do Z-4, na 16ª colocação. Agora com 40 conquistados, o time está com um a mais que Sport, que venceu neste domingo. Mas ainda espera o jogo de hoje entre Ponte Preta e Fluminense. Se o time paulista vencer, ultrapassa o time baiano, que volta para o Z-4. 

A Ponte é, inclusive, o próximo adversário do time de Vagner Mancini. O duelo direto será no próximo domingo, às 16h (da Bahia), no estádio Moisés Lucarelli, pela 37ª rodada.

O Jogo

Vitória se portou melhor no início da partida, até os 20, 25 minutos de jogo. Depois, houve um extremo domínio da Raposa, que durou até o final do jogo. Mesmo com quatro homens mais defensivos no meio-campo, o Leão criou as melhores chances. As jogadas mais perigosas saíram pelas laterais, em especial com as investidas do atacante David – essa tendência se repetiu no segundo tempo.  

A postura mais ofensiva logo deu frutos. Em confusão dentro da área aos 20 minutos, o lateral esquerdo Bryan, que substitui Diogo Barbosa, negociado com o Palmeiras, tocou com a mão na bola.  Pênalti para o Leão. David foi para cobrança e deslocou o goleiro Fábio para fazer 1 a 0. 

A partir do gol, o Cruzeiro veio para cima e o Leão recuou. Em alguns momentos, era possível observar os 11 jogadores do Vitória atrás da linha da bola. Entretanto, mesmo com  essa postura mais defensiva, o Vitória  não evitou duas bolas na trave  em espaço de poucos minutos para Cruzeiro – numa delas, o lance mais polêmico do jogo, aos 35, o volante Henrique entrou sozinho na área  e fuzilou, a  bola bateu no travessão e  uma parte dela caiu dentro do gol e a zaga afastou. A arbitragem não assinalou o tento dos mineiros, que reclamaram muito no lance. 

No segundo tempo, o Leão se manteve atrás. O Cruzeiro enfileirou diversas oportunidades. Os momentos mais importantes do Vitória na segunda etapa saíram dos pés de David, que atuava como espécie de desafogo ofensivo do time. Quase todas as chances passavam pelos pés dele. Apesar das boas chances criadas por David, incluindo uma tentativa de cobertura no  goleiro Fábio, aos 32 minutos tudo mudou para o Leão. 

O Cruzeiro já era dono da partida desde os 20 do primeiro tempo, mas o domínio e a pressão  meia cruzeirense Alisson arrancou pelo meio, tocou para Bryan na esquerda e correu para a área. O jovem lateral devolveu na  medida para o golaço de cabeça da equipe mineira. 

O empate forçou o time de Mancini a sair da toca e ir para cima. O Leão ensaiou uma pressão, mas já era tarde. O tempo não conseguiu furar a defesa dos mineiros, mesmo com quatro atacante em campo no finalzinho, André Lima, Tréllez, David e Neilton. Na melhor chance criada, Lima, que entrou no lugar de Yago, testou para o gol e quase fez, mais uma bola passou direto e saiu pela linha de fundo. 

* Sob a supervisão do editor Daniel Dórea


 

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