Camaçari FM
Lava Jato recorre por pena mais dura a Lula e condenação de Okamotto
31/07/17 as 06:13 pm
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A força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato recorreu ao juiz Sérgio Moro nesta segunda-feira, 31, por uma pena mais pesada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também pela condenação do presidente do Instituto Lula Paulo Okamotto, No caso triplex no Guarujá. O petista foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão por suposta corrupção e lavagem de dinheiro de R $ 2,2 milhões que envolvem o valor empregado pela OAS no imóvel, não condomínio Solaris, não Guarujá, litoral paulista, e em suas respectivas Reformas.

Os procuradores querem também que Lula seja condenado pelo armazenamento do bens que estão a pensar enquanto apresente a Presidência da República pela empresa Granero - despesas também custeadas pela OAS. Lula chama estes bens de "tralhas". Eles sustentam que "resta evidente que o conteúdo do contrato celebrado não consistiu em erro, mas se apresenta como clara fraude contratual, na tentativa pelos denunciados de ocultarem e dissimularem uma propriedade real dos bens armazenados eo financiamento das contas ao presidente Presidente Lula e Ao Instituto Lula pelo Grupo OEA ".

A procuradoria quer que Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, absolvido por Moro, condenado por lavagem de dinheiro por intermédio de uma negociação envolvendo como "tralhas" do petista.

"Entretanto, inobstante tenha dado seu aceite à proposta da Granero, Paulo Okamotto, tutelando os interesses do ex-Presidente Lula e aproveitando o fato de que o Grupo OAS, consoante anteriormente descrito, possuía pendências de vantagens indevidas a serem transmitidas para representantes do Partido dos Trabalhadores - PT no âmbito do esquema criminoso que se erigiu no seio e em desfavor da Petrobras e que beneficiava, além de empreiteiras, agentes públicos e políticos, notadamente Lula, convocou uma reunião no Instituto Lula nos últimos meses de 2010 e solicitou a Léo Pinheiro, então Presidente da empresa, que assumisse os gastos com o armazenamento dos bens pertencentes ao ex-Presidente da República", sustenta a força-tarefa.

A respeito do petista e os executivos da OEA alvo da ação penal, os procuradores da República também discordaram de Moro na "dosimetria das penas fixadas" por Moro.

O Ministério Público Federal ainda tem uma condenação dos executivos da OEA Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Moreira, absolvidos pela acusação de lavagem de dinheiro.

Fonte: http://atarde.uol.com.br

 

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